Somando tudo, esta lista dá mais de 300 horas de jogo, e boa parte já anda com desconto pesado. Assassin's Creed Shadows levou-nos ao Japão do século XVI durante um ano inteiro, primeiro com Naoe pelas sombras, depois com Yasuke a partir portas. O apoio ao primeiro ano terminou em março de 2026 e aquele Japão ficou vazio outra vez. Escolhemos dez jogos para encher o espaço, do mais parecido ao mais estranho. Atualizado em agosto de 2026.
Jin Sakai defende a ilha de Tsushima da invasão mongol de 1274 sem um único marcador no mapa. Em Ghost of Tsushima DIRECTOR'S CUT é uma rajada de vento que aponta o caminho. São cerca de 25 horas de história, mais 10 com a ilha de Iki. Está no PC desde maio de 2024 e traz o Legends, modo em linha para quatro.
Podemos ficar do lado do xogunato ou da rebelião, e a decisão pesa até ao fim. Rise of the Ronin é o mais próximo de Shadows na estrutura, trocando o século XVI pela década de 1860, quando os navios estrangeiros forçam a abertura dos portos japoneses. Yokohama, Edo e Quioto percorrem-se com gancho e asa-delta. A história principal dá 18 a 22 horas, umas 30 com o resto, e joga-se a três.
É o mais duro desta lista, e por boa margem. Sekiro: Shadows Die Twice - GOTY Edition não tem níveis de dificuldade nem equipamento que resolva nada por nós, só aparar os golpes no instante certo até o gesto sair sozinho. Em troca dá o melhor gancho do conjunto. Umas 30 horas de campanha, mais as quatro arenas de duelos da edição GOTY.
Vinte a 30 horas, e nenhuma delas passada a subir níveis. Assassin's Creed Mirage encolhe a série até a Bagdade de 861 caber em poucos bairros, com os telhados e o sigilo dos primeiros jogos no centro. Desde novembro de 2025 há uma expansão gratuita no vale de al-Ula, mais seis horas. Para quem passou Shadows agachado com Naoe, é a escolha óbvia.
A personagem é criada por nós, do rosto à arma. Nioh 2 - The Complete Edition larga-a no Japão do período Sengoku cheio de yokai, os demónios do folclore japonês, e deixa-nos roubar-lhes os poderes. As missões escolhem-se num mapa, sem mundo aberto pelo meio. São 30 a 40 horas, e a campanha inteira dá-se a dois em linha.
Vários finais, e a escolha entre Kassandra e Alexios logo ao início. Assassin's Creed Odyssey passa-se na Grécia de 431 antes da nossa era, numa guerra em que os dois lados nos querem contratar, com diálogos que deixam marca. São 44 horas só de história principal e cerca de 136 para ver tudo, o maior bloco desta página.
A base que Shadows ainda usa foi montada aqui. Assassin's Creed Origins trouxe em 2017 os níveis e um combate refeito de raiz, e pôs Bayek e Aya no Egito de 49 antes da nossa era atrás de vingança pelo filho, durante umas 30 horas. À parte fica o Discovery Tour, que retira o combate e deixa 75 visitas guiadas de três a 25 minutos.
Aqui não se luta, planeia-se. Shadow Tactics: Blades of the Shogun mostra o Japão de 1615 visto de cima e em tempo real, com cinco personagens de ferramentas próprias, e lutar de frente mata em dois segundos. Há um modo que dispara cinco ações preparadas de uma vez, e é dele que vive o jogo. Trinta horas com a expansão Aiko's Choice, e desde a primavera de 2026 há versão para a Switch 2.
Quem gostou de entrar pela porta da frente com Yasuke fica bem servido com Assassin's Creed Valhalla. Eivor sai da Noruega para a Inglaterra do século IX, ergue uma aldeia, assalta mosteiros e negoceia com reis saxões por 16 regiões de umas três horas cada. Quarenta horas em linha reta, 80 a ritmo normal, o que faz dele o maior jogo da série.
Também dá para jogar acompanhado, e nesta lista isso não é comum. Nioh: Complete Edition é de 2017, continua duro e põe-nos na pele de William Adams, o marinheiro inglês que chegou mesmo ao Japão por volta de 1600. O combate assenta em três posturas que trocamos a meio do duelo e no fôlego que repomos a seguir a cada série. Trinta horas nas missões principais, o dobro com as três expansões incluídas.
Ficou algum de fora? Digam nos comentários. Quem quiser mais encontra a lista de jogos parecidos com Assassin's Creed Shadows aqui ao lado.