What Remains of Edith Finch é um adventure narrativo em primeira pessoa que une exploração e contação de histórias. Lançado em 2017 pela Giant Sparrow e publicado pela Annapurna Interactive, o jogo acompanha Edith Finch em sua volta à casa vasta e excêntrica de sua família, no estado de Washington. Ao longo da jornada, os jogadores descobrem uma série de relatos sobre sua linhagem amaldiçoada, cada um mergulhando na vida e na morte de um parente. Este indie se destaca pelo foco na profundidade emocional e no realismo mágico, tornando-se uma referência no gênero de adventure para quem busca experiências single-player reflexivas.
Jogabilidade
Em What Remains of Edith Finch, o gameplay central gira em torno da exploração da imensa casa da família Finch e seus arredores, como cômodos, caminhos e passagens escondidas. Os jogadores controlam Edith de forma semi-linear, interagindo com objetos como diários e lembranças para desbloquear vinhetas que narram as histórias de familiares falecidos. Cada vinheta muda de estilo e mecânicas, indo de navegação simples a elementos mais interativos, como equilibrar controles duplos em uma sequência fantástica enquanto realiza uma tarefa cotidiana. A visão em primeira pessoa reforça a imersão, com a narração de Edith trazendo camadas de contexto. As histórias são bem variadas, com toques de realismo mágico, e cada uma termina com a morte do familiar, destacando temas como destino e o desconhecido.
As mecânicas são adaptadas a cada conto, garantindo variedade sem quebra-cabeças complexos ou combate. Por exemplo, um trecho pode envolver ações rítmicas ligadas à imaginação do personagem, enquanto outro usa narrativa ambiental por meio de cartas ou desenhos. Essa fórmula mantém a experiência fresca em suas cerca de duas horas de duração, priorizando a narrativa sobre desafios tradicionais de gameplay.
Modos de jogo
What Remains of Edith Finch oferece um modo single-player focado em sua campanha principal. Não há opções multiplayer nem modos extras como desafios ou jogatina infinita. O jogo se desenrola como uma jornada narrativa coesa, com os jogadores avançando pela história da família em uma sequência estruturada. Há elementos opcionais, como pular certas sequências se quiser, mas o foco está em vivenciar a coleção completa de relatos, sem ramificações ou variações para replay.
Story and Themes
O ponto forte do jogo está em sua antologia de histórias familiares, que abrange gerações desde o início dos anos 1900 até os dias atuais. Os temas giram em torno da mortalidade, do legado e da fronteira tênue entre realidade e mito, muitas vezes com interpretações abertas. A busca de Edith por compreender sua herança une essas vinhetas, resultando em uma reflexão tocante sobre a vulnerabilidade humana. Prêmios como Best Game no BAFTA Game Awards de 2018 e Best Narrative no The Game Awards 2017 atestam sua excelência narrativa.
Vale a pena jogar?
Com aclamação generalizada, What Remains of Edith Finch atrai fãs de adventures narrativos. Recebeu notas como 9/10 do Destructoid, 8.8/10 da IGN e 91/100 da PC Gamer, com o Metacritic reunindo elogios quase unânimes em várias plataformas. Jogadores destacam o impacto emocional e as vinhetas criativas, embora alguns apontem a duração curta e a falta de replayability. Em 2026, o jogo segue completo, sem atualizações ou temporadas em andamento, disponível no PC e outras plataformas. Se você curte títulos single-player introspectivos com ênfase na história em vez de ação, vale a pena, especialmente pela visão única sobre maldições familiares e maravilha.