All Guns On Deck é um jogo de combate naval que une táticas em tempo real, elementos de RPG de ação e estratégia em uma experiência single-player ambientada em alto-mar. O jogador assume o papel de um jovem capitão a serviço de Eutopia, encarregado de restaurar a tradição de construção de navios para enfrentar ameaças aéreas e expandir o domínio sobre seis continentes. O foco está na gestão de um navio de guerra em meio a facções piratas e forças hostis, com combates centrados no confronto direto entre embarcações e inimigos aéreos.
Gameplay
O ciclo principal envolve equipar e comandar um navio de guerra em um mundo aberto, explorando e enfrentando inimigos. É possível montar até cinco canhões na embarcação, assumindo o controle direto de cada arma ou delegando tarefas à tripulação. Entre os tripulantes estão soldadores, engenheiros e bombeiros, que contribuem para reparos, eficiência e desempenho em combates prolongados. Itens e consumíveis coletados pelo mundo reforçam esses sistemas, enquanto uma variedade de armas e classes de navios - de cruzadores a porta-aviões - permite personalizar o armamento.
O combate combina trocas de fogo entre o mar e o ar, com oportunidades para capturar portos e eliminar guarnições inimigas. Monstros marinhos colossais surgem como ameaças maiores, exigindo respostas coordenadas. O mundo se estende por vários continentes dominados por quatro facções principais, criando um cenário em que a retomada do poder naval faz parte de uma campanha maior por controle unificado. O progresso está ligado ao desenvolvimento do capitão nessas batalhas em um ambiente hostil.
Modos de Jogo
O modo Escaramuça oferece uma opção independente para sessões rápidas. Ele gera navios aleatórios, tamanhos de tripulação e forças inimigas infinitas, permitindo desafios táticos imediatos sem a estrutura completa da campanha. A experiência principal está no modo campanha, guiado por uma narrativa em que o jogador avança os objetivos de Eutopia por meio de operações navais sequenciais e elementos de conquista mundial.
Mundo e Facções
Quatro facções dominantes controlam os principais continentes, com Eutopia posicionada como a força que busca encerrar os conflitos por meio da superioridade naval. Os oceanos representam um perigo constante, o que explica por que a navegação marítima foi amplamente abandonada antes da atual retomada. A exploração revela bandidos isolados e ameaças maiores, incentivando o planejamento estratégico de rotas e a gestão de recursos pelos continentes.
Vale a pena jogar?
O jogo ainda está em Acesso Antecipado, sem atualizações do desenvolvedor há mais de oito anos. As avaliações dos usuários indicam um feedback positivo limitado, destacando mecânicas incompletas e problemas técnicos que impedem a plena realização das táticas navais e dos sistemas de tripulação. Quem se interessa pela combinação de controle direto dos canhões, delegação de tarefas à tripulação e batalhas marítimas em grande escala pode encontrar valor em experimentar os recursos disponíveis, embora a falta de suporte contínuo limite o engajamento a longo prazo. É mais indicado para quem busca um título indie mais antigo, focado em gerenciamento e combate de navios, em vez de uma produção moderna polida.